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Consumir frutas, verduras e legumes da estação trazem diversos benefícios para a sua saúde, além de deixar o prato mais diversificado, colorido e saboroso.

O Hospital e Maternidade Santa Tereza separou alguns alimentos típicos do inverno e seus benefícios para a saúde.

Qual deles você não fica sem? Acompanhe!

 

Benefícios da Mandioquinha

  • Atua na saúde dos olhos;
  • Mantém a imunidade do corpo alta;
  • Favorece os cuidados com a pele;
  • Melhora o trânsito intestinal;
  • Fortalece o coração;
  • Gera saciedade e energia;
  • Cuida dos ossos e dentes.

 

Benefícios do morango

  • Ajuda a diminuir o colesterol;
  • Controla a pressão arterial;
  • Regula o açúcar no sangue;
  • Ajuda no equilíbrio do peso;
  • Contribui para manter a pele firme.

 

Benefícios do inhame

  • Combate a prisão de ventre;
  • Aumenta a disposição;
  • Ajuda nos cuidados com a pele;
  • Contribui para amenizar os sintomas da menopausa.

 

Benefícios do caqui

  • Ajuda a manter a saúde do coração;
  • Melhora o intestino;
  • Contribui com a imunidade;
  • Traz energia ao organismo;
  • Colabora na prevenção de doenças crônicas.

 

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Início de ano é tempo de renovação e, para muitos, de criação de planos, sonhos e pensamentos positivos. Em termos simbólicos e culturais, as pessoas estão propensas a pensarem em suas vidas e relações sociais. Por isso, o mês de janeiro foi escolhido para relembrar a importância dos cuidados com o emocional através da campanha de Janeiro Branco.

Como uma “folha em branco”, motivo do nome da campanha, ela busca inspirar o momento para se escrever uma nova história! A saúde mental envolve diversos aspectos, como:

 

  • Estar bem consigo mesmo e com os outros;
  • Aceitar as exigências da vida;
  • Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;
  • Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

 

 

E você sabia que levar o otimismo para a sua vida é essencial para a saúde?

 

Para se ter ideia, um estudo publicado no jornal do NCBI (National Center for Biotechnology Information), nos Estados Unidos, analisou uma população de jovens soldados do Exército dos EUA na ativa e descobriu que aqueles que tiveram altos níveis no teste de otimismo no início do estudo tiveram um risco 22% menor de desenvolver hipertensão.

 

De acordo com a pesquisa, o otimismo funciona como fator protetor e reduzem as chances de depressão. Procure praticar hábitos saudáveis para o seu corpo e mente não só na virada do ano, mas também todos os outros dias!

 

O Santa Tereza apoia e abraça a causa e busca, em todos os outros meses, levar humanização aos atendimentos.


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A forma física e o bem-estar são uma das principais preocupações das mães no momento da gravidez. Os benefícios de movimento do corpo são muitos, como o controle do peso, a manutenção do condicionamento físico, melhoria das condições circulatória e hormonal.

 

Dentre as principais recomendações, estão a caminhada ou os alongamentos, já que contribuem para diminuir o estresse, combater a ansiedade e aumentar a autoestima.

De qualquer forma, é sempre imprescindível que a gestante avalie junto ao médico o seu caso.

 

Veja a seguir 3 exercícios que ajudam nesse momento tão importante.

 

  • Alongamento

Caso aprovado pelo médico, os alongamentos são benéficos e em muitos casos podem ser feitos diariamente até o final da gestação. Inicie mais leves e evolua.

 

  • Pilates

O pilates ajuda a melhorar a respiração, postura, frequência cardíaca, alongar e fortalecer os músculos. Pratique de 2 a 3 vezes por semana com orientação médica.

 

  • Caminhada

Melhora o condicionamento físico e pode ser feita em horários que não tenha sol forte.

 


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A privação de sono, especialmente quando é crônica ou acontece de forma repetida, pode trazer graves consequências à saúde e na qualidade de vida do ser humano. As consequências envolvem redução da concentração, estresse, menor rendimento físico e mental, entre outros. Isso acontece porque o sono é controlado por áreas do cérebro, se conecta com eventos bioquímicos e fisiológicos do organismo e é influenciado diretamente pelo comportamento do indivíduo. Mas, você sabia que existem técnicas e hábitos que promovem o relaxamento e podem facilitar o sono?

A equipe do Santa Tereza separou 3 passos para ajudar a melhorar a saúde do sono! Veja a seguir:

1 – Controle a respiração!

A respiração profunda diminui os batimentos cardíacos e faz com que o cérebro perceba que é o momento de desacelerar! Existem diversas técnicas de respiração e uma delas consiste em dobrar o tempo de expiração em relação ao tempo que você levou para inspirar. Ou seja, se você inspirar por três segundos, deve expirar por seis.

2 – Ouça músicas relaxantes!

As músicas com sons da natureza são bem relaxantes e contribuem que o cérebro se prepare para descansar! Baixe uma playlist de músicas para relaxar e coloque para tocar quando for dormir. Evite usar fone de ouvido neste momento.

3 – Relaxe os músculos!

Inspire profundamente, alongue e solte o ar. Imagine que o músculo de cada região do corpo está relaxando, dos pés até a cabeça e, ao mesmo tempo, faça alongamento nos braços, nas pernas e pescoço.


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Vontade constante de fazer xixi, dor ao ir ao banheiro e dificuldade para urinar, com apenas algumas gotinhas saindo de cada vez: essa é a infecção urinária, que acomete o trato urinário e é extremamente comum, por conta da proliferação exacerbada de bactérias que já estão em nosso corpo. Um exemplo é a Escherichia coli, uma bactéria que vive no intestino e que, em 80% das vezes de infecção urinária, é a grande vilã da história.

Sintomas

De acordo com o Ministério da Saúde, entre os sintomas mais comuns em adultos, estão: dor ou queimação ao urinar, sensação de peso na bexiga, vontade frequente para urinar, urinar em pouca quantidade e febre baixa constante. Os sintomas de infecção urinária podem variar bastante de uma pessoa para a outra e de acordo com o local do sistema urinário afetado, que pode ser a uretra, a bexiga ou os rins.

Diagnóstico

Através do exame de urina, o diagnóstico é realizado no paciente. Porém, em alguns casos, é possível utilizar outros exames, como urocultura e antibiograma para saber qual bactéria envolvida para decidir melhor antibiótico. Exames de imagem, como ultrassonografia e ressonância magnética podem ser solicitados em caso de pielonefrite para identificar as possíveis complicações causadas pela infecção urinária.

Como evitar a infecção urinária?

– Lave a região genital externa com água e sabão após a relação sexual;
– Após urinar e defecar sempre limpar a região íntima de frente para trás, a fim de evitar a chegada da bactéria do intestino na vagina;
– Esvazie completamente a bexiga toda vez que urinar;
– Mantenha uma alimentação rica em fibras para diminuir o tempo de permanência das fezes dentro do intestino;
– Não use perfume ou creme com perfume na região da vagina;
– Mantenha a região da vulva sempre seca, evitando usar roupas muito apertadas e absorvente diário.

 


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O que são as hepatites virais?

De acordo com o Ministério da Saúde, a campanha “Julho Amarelo”, instituída no Brasil pela Lei nº 13.802/2019, tem a finalidade de reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais. A hepatite é uma inflamação do fígado que pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns medicamentos, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas ou genéticas.

Saiba mais sobre cada hepatite

– Hepatite A: tem o maior número de casos, está diretamente relacionada às condições de saneamento básico e de higiene. É uma infecção leve e se cura sozinha. Existe vacina.

– Hepatite B: é o segundo tipo com maior incidência; atinge maior proporção de transmissão por via sexual e contato sanguíneo. A melhor forma de prevenção para a hepatite B é a vacina, associada ao uso do preservativo.

– Hepatite C: tem como principal forma de transmissão o contato com sangue. É considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. A hepatite C é a principal causa de transplantes de fígado.  A doença pode causar cirrose, câncer de fígado e morte. Não tem vacina.

– Hepatite D: causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

– Hepatite E: causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões. A hepatite E não se torna crônica, porém, mulheres grávidas que forem infectadas podem apresentar formas mais graves da doença.

Sintomas

De acordo com o Ministério da Saúde, as hepatites virais mais comuns no Brasil são causadas pelos vírus A, B e C. Existem ainda, com menor frequência, o vírus da hepatite D e o vírus da hepatite E, que é menos comum no Brasil, com maior incidência na facilidade na África e na Ásia.
Apesar de oferecerem alguns sintomas, muitas vezes a infecção pode ser silenciosa, o que atrasa o diagnóstico e tratamento, e compromete a saúde do fígado através de fibrose avançada ou cirrose.

Sintomas mais comuns:

– Cansaço;
– Febre;
– Mal-estar;
– Tontura;
– Enjoo;
– Vômitos;
– Dor abdominal;
– Pele e olhos amarelados;
– Urina escura e fezes claras.

Prevenção

Segundo o Ministério da Saúde, existem diferentes formas de prevenção para os vários tipos de hepatite. Por isso, neste post, você confere algumas dicas importantes. Além disso, é importante ficar atento à disponibilidade da vacina para melhor cuidado da saúde.

Prevenção da hepatite A:

– A vacina contra a hepatite A é altamente eficaz e segura e é a principal medida de prevenção;
– Lavar as mãos com frequência, especialmente após o uso do sanitário, trocar fraldas e antes do preparo de alimentos;
– Utilizar água tratada, clorada ou fervida, para lavar os alimentos que são consumidos crus, deixando-os de molho por 30 minutos;
– Cozinhar bem os alimentos antes de consumi-los, principalmente mariscos, frutos do mar e peixes;
– Lavar adequadamente pratos, copos, talheres e mamadeiras;
– Usar instalações sanitárias;
– No caso de creches, pré-escolas, lanchonetes, restaurantes e instituições fechadas, adotar medidas rigorosas de higiene, tais como a desinfecção de objetos, bancadas e chão, utilizando hipoclorito de sódio a 2,5% ou água sanitária;
– Não tomar banho ou brincar perto de valões, riachos, chafarizes, enchentes ou próximo de onde haja esgoto;
– Evitar a construção de fossas próximas a poços e nascentes de rios;
– Usar preservativos e higienizar as mãos, genitália, períneo e região anal, antes e após as relações sexuais.

Prevenção da hepatite B:

– A vacina é a principal medida de prevenção contra a hepatite B;
– Usar preservativo em todas as relações sexuais;
– Não compartilhar objetos de uso pessoal, tais como lâminas de barbear e depilar, escovas de dente, material de manicure e pedicure;
– Testar as mulheres grávidas ou com intenção de engravidar também é fundamental para prevenir a transmissão de mãe para o bebê.

Prevenção da hepatite C:

Não existe vacina contra a hepatite C, porém é importante ficar atento às formas de prevenção.
– Não compartilhar com outras pessoas qualquer objeto que possa ter entrado em contato com sangue (seringas, agulhas, alicates, escova de dente, etc);
– Usar preservativo nas relações sexuais;
– Não compartilhar quaisquer objetos utilizados para o uso de drogas;
– Toda mulher grávida precisa fazer no pré-natal os exames para detectar as hepatites B e C, HIV e sífilis.

Prevenção da hepatite D:

A hepatite D ocorre em pacientes infectados com o tipo B, portanto, a vacina contra a hepatite B protege contra o tipo D.

Prevenção da hepatite E:

– Melhores condições de saneamento básico e de higiene.

 

 


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Diante de mais de um ano de pandemia, com cuidados redobrados de higiene e com a saúde, ela virou assunto diário. E deverá continuar em foco! Isso porque, o sistema imunológico é o principal mecanismo de defesa do organismo contra infecções e, quando ele funciona normalmente e de forma eficiente, a saúde física e mental são beneficiadas. Convidamos nossa nutricionista do HST, Karina Carvalho de Ferreira, para relembrar alguns hábitos saudáveis importantes para a saúde do colaborador e dos pacientes. Acompanhe!

Afinal, qual a relação entre imunidade e nutrição?

“Que teu alimento seja teu remédio e que teu remédio seja teu alimento”. Você já deve ter ouvido falar na famosa frase de Hipócrates, um médico que viveu entre 460 – 377 a. C., não é? Pois bem, ela continua atual! De acordo com a nutricionista, fornecer alimentos variados, ricos em vitaminas e sais minerais é o que garante que o sistema imunológico possa atuar de forma equilibrada e eficiente. “Quanto não fornecemos todas as fontes que o organismo precisa, o sistema imunológico deixa de funcionar de forma correta e ficamos mais suscetíveis a infecções”, explica Karina. Vale lembrar que uma alimentação balanceada é aquela que além de ter variedade de alimentos, mantém o equilíbrio na quantidade ideal de cada um deles.

Má nutrição x imunidade

A conta do desequilíbrio das refeições e da má nutrição é paga pelo sistema imune. O consumo excessivo de carboidratos refinados e gorduras (balas, arroz branco, refrigerante, pão, etc.), por exemplo, acarreta o aumento de tecido adiposo e acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática). Por sua vez, o aumento de gordura corporal e hepática levam a alterações nas células imunes desses tecidos, o que favorece o desenvolvimento de doenças como resistência a insulina e disfunções hepáticas.

 Alimentos essenciais para a imunidade

“Não existe uma refeição que deve ser mais completa em relação a outra. Costumo dizer que o dia alimentar deve ser completo em nutrientes e sais minerais”, explica Karina. Nesse caso, é preciso reservar um espaço no prato com frutas, verduras, legumes, alimentos ricos em proteínas, como carnes, leites, derivados, além de carboidratos complexos, ou seja, cereais integrais. “Vale lembrar que os pratos sempre devem conter alimentos crus e cozidos, como legumes e uma salada, por exemplo. Isso garante a boa absorção de fibras. Tenha sempre, também, uma fonte de proteína, seja de origem animal, como carnes e peixes, ou vegetal, como grão-de-bico, chia, feijão, etc”.

Prato ideal:

  1. Carboidrato: garante energia para o organismo!

– Opções: arroz, pães, massas em geral, milho, batata, batata doce, mandioca, quinoa (prefira os integrais).
– Quantidade por refeição: 3 colheres de sopa.

  1. Proteína: Responsável pela formação de músculos, ossos, cabelos, unhas, hormônios e enzimas.

– Opções: animal (ovos e carnes) ou vegetal (feijões, soja, lentilha, grão-de-bico).
– Quantidade por refeição:1 bife médio ou 2 ovos pequenos ou 3 colheres de sopa das opções vegetais.

  1. Hortaliças e legumes: responsáveis por garantir fibras, vitaminas e sais minerais.
    – Opções: alface, rúcula, agrião, couve-flor, brócolis, cenoura, beterraba.
    – Quantidade por refeição: metade do prato (incluindo folhas e legumes).

Um obeso pode ser desnutrido? SIM
“É muito comum, inclusive, que os obesos estejam com falta de nutrientes, por terem uma dieta baseada em alimentos gordurosos, industrializados e refinados. Essas pessoas tem excesso de calorias e acúmulo de gordura corporal”, lembra a nutricionista.

Uma pessoa muito magra pode ser desnutrida? SIM
Sim, também. É importante entender que estar bem nutrido e saudável envolve diversos fatores e, por isso, o acompanhamento regular com seu médico e nutricionista e a realização de exames de rotina são fundamentais.


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Você conhece as diferenças entre os sintomas de gripe, resfriado e Covid-19?
Apesar de serem muito semelhantes, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lembra que as diferenças das infecções estão na evolução e duração das infecções do sistema respiratório.

O que pode ajudar a distinguir essas doenças?

Vale lembrar que cada corpo possui uma reação diferente quando infectado pelos diferentes tipos de vírus, porém é importante ficar atento aos diferentes sintomas.

 

Gripe: é aguda, surge de um dia para outro com sintomas fortes, como febre alta e intenso mal-estar.
Resfriado: evolução é lenta e os sintomas são mais leves, como uma febre baixa por exemplo.
Covid-19: um dos diferenciais importantes é a falta de paladar.

Prevenção

Lembre-se que a prevenção das três infecções é parecida. Basta lavar as mãos com água e sabão frequentemente, usar álcool gel e manter distância de quem apresenta os sintomas, como tosse, coriza, febre e outros.

Se apresentar sintomas, procure um atendimento médico.
Saiba mais sobre o Pronto-Socorro HST aqui.


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Distúrbios de coluna, dor lombar, tendinite, bursite, síndrome do túnel do carpo, ansiedade, depressão, surdez, entre outras. O que essas doenças têm em comum? As conhecidas doenças ocupacionais estão relacionadas ao ambiente e rotina de trabalho, que podem afetar a saúde, e até levar ao afastamento, além de acarretar mal-estar e piora da qualidade de vida do colaborador por toda a vida. Por isso, o Hospital e Maternidade Santa Tereza trouxe, nessa edição, a ortopedista e traumatologista e médica do esporte do HST, Dra. Fabiana de Godoy Casimiro, para nos ajudar a cuidar da saúde de cada um de vocês! Vamos entender?

Importância dos protocolos

De acordo com Dra. Fabiana, é necessário ficar atento e cumprir todos os protocolos estabelecidos pela Instituição para que o funcionário mantenha a saúde em dia e não enfrente problemas relacionados às doenças ocupacionais.

“É muito importante participar de treinamentos e seguir a utilização correta dos EPIs (Equipamento de Proteção Individual)”, lembra a médica. Essa é a maneira mais eficiente para evitar acidentes ou doenças ocupacionais. “Além de se proteger, o colaborador participa para a manutenção de um bom ambiente de trabalho”, completa.

Vale lembrar, também, a importância de estar atento às posturas, dentro e fora do seu ambiente de trabalho, de acordo com a especialista. Segundo ela, também é importante que o colaborador faça pausas para o descanso e ginástica laboral e comunique o núcleo de segurança do trabalho e a saúde ocupacional se notar qualquer alteração no ambiente que possa comprometer o bem-estar de todos. “Não se esqueça de manter os exames periódicos em dia”, completa Dr. Fabiana.

Saiba mais sobre as doenças ocupacionais mais comuns:

– DORT/LER: distúrbios de coluna, dor lombar, tendinite, bursite, síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho, epicondilite lateral (inflamação dos tendões na parte externa do cotovelo), lesão de manguito, e capsulite adesiva (síndrome dolorosa do ombro, caracterizada por uma redução progressiva e importante da amplitude de movimento), que causam dor e surgem a partir de movimentos repetitivos.
– Distúrbios emocionais e psiquiátricos: ansiedade e depressão.
– Distúrbios respiratórios: asma ocupacional.
– Dermatoses: conjunto de doenças da pele, caracterizada por manifestações alérgicas persistentes;
– Surdez: perda auditiva induzida pelo ruído ocupacional (Pairo).
– Acidentes biológicos: exposição de uma pessoa a sangue ou secreções através da pele, das mucosas (olhos, boca e nariz) ou de lesão perfuro-cortante.

Dicas de prevenção

De acordo com a Dra. Fabiana de Godoy Casimiro, para a prevenção das doenças ocupacionais, o colaborador deve estar atento a algumas dicas:

– Mantenha um bom relacionamento com os colegas de trabalho;
– Fique atento à hidratação e alimentação;
– Utilize de forma correta os EPIs;
– Mantenha hábitos de vida saudáveis, como dormir bem, praticar atividade física, cuidar da saúde de forma geral, fazer alongamentos e realizar exames de rotina.
– Fique atento aos canais de comunicação com a empresa e relate qualquer problema ou desconforto durante o trabalho.

 Lembre-se da ginástica laboral!

Doenças ocupacionais

Tratamento

Segundo a especialista, as doenças ocupacionais geralmente possuem tratamento. “A DORT/LER, os distúrbios respiratórios, as dermatoses, e os distúrbios emocionais geralmente são tratados com medicamento, com o afastamento do agente causal, seja ele temporário ou permanente, além de fisioterapia, acupuntura, ondas de choque”, explica. Mas, existem alguns casos que são irreversíveis. “Para a surdez não existe tratamento, a única ação é a prevenção. Por isso, a melhor opção é sempre prevenir”, finaliza a ortopedista e traumatologista.


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O Hospital e Maternidade Santa Tereza possui o selo “Amigo do Idoso” e, por isso, traz informações úteis de como cuidar da pele nesse momento da vida, já que pequenos hábitos no dia a dia podem contribuir para uma pele mais saudável e evitar machucados. Saiba como proceder:

Durante o banho

Por apresentar uma pele mais delicada, o idoso deve optar pela água morna, já que a temperatura quente pode causar queimaduras ou ressecamento na pele. Fique também de olho na escolha do sabonete, que deve ser neutro, já que as opções aromatizadas podem conter alguma substância alérgica, e causar machucados na pele. Outra dica é evitar ao máximo o uso de esponjas ou esfoliantes, que machucam e eliminam a barreira natural da pele.

Cuide da pele

A hidratação é uma etapa essencial para uma pele saudável. Por isso, depois do banho e durante o dia, utilize hidratantes para promover a elasticidade e hidratação, que evita coceira e descamação no corpo. Lembre-se: se o paciente apresenta quadros alérgicos, o ideal é sempre escolher produtos sem fragrâncias na composição.

É importante reforçar também a necessidade de ingerir água regularmente, já que a sua falta resulta em desidratação e pele ressecada, além de problemas no rins.

Evite a alta exposição ao sol

Por conta da vitamina D, o banho de sol deve ser realizado diariamente durante os momentos de baixa intensidade no horário da manhã, ou seja, das 9h às 10h. Lembre-se que a exposição em excesso pode ser prejudicial à saúde, pois promove o envelhecimento e causa doenças como câncer de pele.

Não se esqueça também de utilizar protetor solar, pelo menos 15 minutos antes da exposição ao sol!






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